É o nome dado por Karl Marx à diferença entre o valor produzido pelo trabalho e o salário pago ao trabalhador, que seria a base da exploração do sistema capitalista.
O operário só possui sua força de trabalho. Ele a oferece como mercadoria ao empresário (dono dos meios de produção), que a compra por uma determinada quantia em dinheiro (salário) para fazê-lo trabalhar durante um certo período de tempo; 8 horas por dia, por exemplo. A partir do momento em que a compra, a força de trabalho do operário passa a pertencer ao burguês, que dispõe dela como quiser. Esse conceito é muito importante se quisermos construir algum tipo de compreensão sobre a intersecção sujeito/trabalho...
Um comentário:
Muito bom, Cris!
Você está evoluindo muito no seu blog. Parabéns!
Muito bom relembrar esse conceito. Às vezes acabamos esquecendo dele e abusamos dos direitos ou acabamos sendo abusados com muitos deveres.
Abraço!
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