quarta-feira, 12 de março de 2008

metaforizando o trabalhador.

Quando a ave mitológica Fênix percebia que sua vida secular estava chegando ao fim, fazia um ninho com ervas aromáticas, que entrava em combustão ao ser exposto aos raios do Sol. Em seguida, atirava-se em meio às chamas para ser consumida até quase não deixar vestígios. Do pouco que sobrava de seus restos mortais, arrastava-se milagrosamente uma espécie de verme (ou ovo) que se desenvolvia de maneira rápida para se transformar numa nova ave, idêntica à que havia morrido. A crença nessa ave lendária figura na mitologia de vários e diferentes povos antigos, tais como gregos, egípcios e chineses.
O homem ao longo dos anos parece ter construido suas organizações como "ninhos aromátizados" o que no primero momento parece encantador, ao longo do tempo tornou-se sua própria fogueira, no centro desta questão o verme ou o ovo que surgem são em forma de "alienação", de maneira rápida se instuticionaliza o surgimento de uma consciência prazeirosa, de que ali morreu o homem e emergiu o trabalhador e assim seguimos felizes crentes que o trabalho "per si" nos faz viver, tornando-se uma condição humana...

Nenhum comentário: